Tratamentos especializados

A Dermacura oferece também tratamento especializado para pacientes portadores de colostomias, urostomias, ileostomias e
complicações periestoma como dermatites, lesões pseudoverrucosas que dificultam ou impedem a aderência das bolsas, demarcação de estomas, indicação, aplicação e troca de dispositivos coletores para colostomias, ilestomias e urostomias.

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Tratamentos para todos os tipos de lesões

  • 1 – Pé diabético / Úlceras diabéticas

    Milhões de pessoas no mundo sofrem de Diabetes Mellitus (DM). Em torno de 15 % dessas pessoas, em algum momento de sua vida, desenvolverão lesões nos pés (úlceras), causadas por trauma agudo ou repetitivo num paciente que sofre com neuropatia periférica (danos nos nervos / redução da sensibilidade), vasculopatia (má irrigação sanguínea) e muitas vezes, controle glicêmico inadequado. Essas úlceras podem ter consequências graves, podendo levar a amputação.

  • 2 – Úlcera venosa

    Lesão associada a insuficiência venosa periférica, ou seja, deficiência no retorno venoso dos MMII (circulação), resultando em estase, aumento da pressão e edema. Sinais clássicos são hiperpigmentação e varizes associadas. Esta insuficiência pode ser causada por várias condições clínicas, como insuficiência cardíaca, obesidade, gravidez, imobilidade, hipoproteinemia, entre outras.

  • 3 – Úlceras arteriais

    Lesão também conhecida como úlcera isquêmica, está associada a doença arterial periférica (DAP). São desencadeadas por trauma acidental ou cirúrgico, que evoluem com má cicatrização devido a diminuição do fluxo sanguíneo e da oxigenação provocada pela DAP. Os fatores de risco são tabagismo, idade avançada, histórico familiar, diabetes, hipertensão, hiperlipidemia. Fator importante é a avaliação da dor em repouso, que quando presente  indica isquemia crítica do membro, e se não for tratada pode levar à amputação.

  • 4 – Lesão por pressão

    A lesão por pressão (LPP) chamada de maneira inadequada de “escara” ou “úlcera de decúbito” é decorrente principalmente da pressão, como próprio nome sugere, e também do atrito e cisalhamento sofrido pela pele dos pacientes, podendo levar a necrose tecidual. Pacientes de maior risco são os que possuem neuropatia, arteriopatia, perfusão tecidual local diminuída, imobilidade, desnutrição, incontinência fecal e urinária, distúrbios mentais.

  • 5 – Lesões malignas

    As feridas malignas da pele são secundárias à invasão (5 %) ou metástase (10%). Os cânceres mais comuns associados com lesões cutâneas são os de mama, melanoma, de pulmão, de cabeça e pescoço e de cólon. Podem apresentar inicialmente vermelhidão, endurecimento ou nódulos e degenerar para úlcera necrótica ou lesões vegetantes com aspecto de couve-flor.   

  • 6 – Ferida cirúrgica

    Deiscência da ferida cirúrgica é uma complicação em que a ferida reabre ao longo da linha de incisão. Pode ser desde superficial e pequena até a separação da espessura completa da incisão inteira. A etiologia é multifatorial, e os principais fatores de riscos são cirurgia de emergência, idade, tabagismo, infecção de local cirúrgico, obesidade, desnutrição, anemia, malignidade, uso de corticoides, quimioterapia ou radioterapia prévias, insuficiência de material de sutura e técnica cirúrgica.   

  • 7 – Dermatites Associadas à Incontinência (DAI)

    É a resposta da pele à umidade provocada pela exposição crônica a fezes /urina, que causam inflamação ou vermelhidão, com ou sem erosão Comuns em toda área de contato da pele com fezes e urina. Principais fatores de risco são incontinência fecal e urinária, mobilidade física prejudicada, fricção mecânica durante as trocas de fraldas e limpeza do períneo.   

  • 8 – Dermatite de contato

    É uma inflamação da pele em resposta ao contato com alguma substância capaz de caudar irritação ou alergia. É muito comum. Normalmente, o próprio paciente identifica o agente causador da reação. Raramente requer exames laboratoriais ou de imagem. Queixas mais comuns são prurido (coceira) e vermelhidão, e em alguns casos, pele seca e com fissuras.   

  • 9 – Lesões por trauma

    Feridas traumáticas são as causadas por fatores externos como acidentes, mordeduras, explosões, ferimentos por armas brancas ou de fogo, podendo ou não haver perda de tecidos. As feridas traumáticas são muito diferentes das incisões cirúrgicas, por isso requerem protocolos de atendimento padronizados, e o primeiro atendimento deve ser realizado de urgência no hospital. A prevenção da infecção é um dos principais objetivos nos cuidados às feridas traumáticas.   

  • 10 – Lesões por radioterapia

    Lesões na pele após a exposição à radiação, hoje minimizada com os avanços tecnológicos.  A pele pode ficar avermelhada ou até mesmo apresentar pequenos ferimentos, reações chamadas de Radiodermite. Recomenda-se evitar o uso de cremes, pomadas, perfumes e medicamentos sem autorização médica, além da exposição solar na área irradiada.   

  • 11 – Queimaduras de 1, 2 e 3 grau

    1º Grau – superficial, afeta somente epiderme, sem formar bolhas. Provoca vermelhidão, dor, edema, descamam 4-6 dias. Exemplo: Queimadura solar

    2º Grau – pode ser superficial (Base da bolha rósea, úmida, dolorosa ) ou profundo (base da bolha branca, seca, indolor), afeta epiderme e derme, com bolhas ou flictenas. Restauração das lesões ocorre entre 7 e 21.

    3º Grau – profunda, espessura total. Indolor. Placa esbranquiçada ou enegrecida. Não reepitelizam, necessitam de enxertia de pele (indicado no II Grau profundo).   

  • 12 – Úlceras neuropáticas

    Úlceras neuropáticas podem ocorrer em pacientes com diabetes, lesão de medula espinhal, hanseníase, ou outras condições que resultam na perda da sensibilidade das pernas e dos pés.   

  • 13 – Pequenos procedimentos cirúrgicos

    Retirada de sinais, drenagem de pequenos abscessos em pele, exérese cisto sebáceo, exérese de lipoma, exérese de unha, sutura de pequenas lesões, tratamento de inflamações do leito ungueal.

 

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